domingo, 30 de outubro de 2016

Combustível e Biocombustível

 Contexto:

        A sociedade moderna vêm se preocupando cada vez mais com o desenvolvimento econômico foi iniciado um processo de abuso dos nossos recursos. Tão preocupante quanto a má distribuição de alimentos e a escassez de água potável, a dependência contemporânea dos combustíveis fósseis é tão intensa que muitos, se não, todos os setores econômicos quebrariam com a sua ausência. Tendo em vista que é um material finito e tem consequências ambientais, é necessário um ponto de fuga, uma alternativa a ele,  para que a "ressaca" desse recurso não seja catastrófica.



        A estimativa de tempo que os suprimentos de petróleo vão durar, por exemplo (excluindo carvão e outros), é aproximadamente 50 anos, que é um tempo razoável se considerarmos a velocidade que nossa tecnologia evoluiu. A principal aposta para a redução do uso fóssil é o biocombustível, que resumidamente, é o combustível que se produz a partir de matéria orgânica, ou seja, formado a partir de plantas possuidoras de substâncias oleosas e gordurosas (cana-de-açúcar, mamona, girassol, soja), as quais são extraídas e utilizadas como combustível.

Alguns Exemplos:



Por que utilizar? 

        Além de ser uma opção sustentável, sua produção e utilização são menos agressivas (importante lembrar que não existe nenhuma energia completamente limpa, nem mesmo a nuclear, afinal, tem seu "lixo") ao meio ambiente, imagine um cenário onde está enterrado muito gás carbônico que demorou milhões de anos para se formar e você retira ele de lá, utiliza-o, e o joga na atmosfera, essa é a maneira figurada de explicar a situação do petróleo. Já o uso do biocombustível gera um ciclo, observe:

  

         As plantas absorvem o CO2 que foi gerado a partir do uso de seus óleos e produz novamente a matéria-prima, com menor quantidade de subprodutos tóxicos, portanto, é de certa forma mais saudável ao planeta. É bom ter em vista que a combustão fóssil não libera somente uma quantidade de CO2, mas também impurezas, por exemplo, quantidades grandes enxofre que é um dos maiores poluidores do no nosso planeta, tanto no ar (piora qualidade, inalação pode causar problemas) quanto na terra (chuvas ácidas e todas suas consequências) e também o metano que é um grande causador do efeito estufa, por absorver 20 vezes mais radiação do que o CO2.


Principais produtos biocombustíveis:


        Os principais produtos "biocombustíveis" são o etanol e o biodiesel, ambos proveniente de biomassa porém, com algumas diferenças chaves. O etanol é um álcool que pode ser obtido através da cana-de-açúcar, do milho, da batata (entre outros) onde essa matéria prima é submetida à fermentação alcoólica, e após seu processamento, pode ser usado puro ou misturado com gasolina.

Processo de produção de Etanol:






        O biodiesel é um éster e o processo mais comum para sua obtenção é a transesterificação (transesterificação é um processo de produção de um éster a partir de outro éster com álcool)  em que a matéria prima, juntamente com etanol ou metanol, sofre uma reação onde o produto final é o biodiesel.

Processo de produção de Biodiesel:




Conclusão:


        Como nada pode ser totalmente flores, os biocombustíveis também precisam ser regulados, para suprir a demanda energética, o surgimento de lavouras monocultoras é inevitável, podendo aumentar o desmatamento, aumentar o preço dos outros produtos (extinção da policultura), esgotamento do solo, entre outros, mas também pode gerar empregos, reduzir a dependência das fontes fósseis, o êxodo rural, além de, principalmente, ser renovável e menos agressivo ao ambiente por serem degradáveis e emitirem menos impurezas.

Extra: 

  • O Brasil e os EUA, são os maiores produtores e consumidores de etanol do mundo. 
  • A utilização de biodiesel reduz em 100% a quantidade de emissão de gases aromáticos e aproximadamente 55% dos materiais não particulados (causadores de problemas respiratórios).
  • O Brasil tem condições de liderar a produção mundial de biodiesel, podendo suprir cerca de 60% da demanda atual de óleo diesel proveniente de petróleo.
        Um vídeo muito interessante que fala sobre o meio ambiente, uso energético e aquecimento global é uma palestra do TED, onde o palestrante (antigo vice-presidente dos EUA) alerta as pessoas que essas mudanças ambientais são reais e que é necessário uma mudança, portanto, é altamente recomendável. ^-^

https://www.youtube.com/watch?v=eGM1p2s7YPo


domingo, 18 de setembro de 2016

Acordos Climáticos

Bom dia, meu nome é Vicente Almeida e sou um novo membro deste Blog.

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Acordos Climáticos Atuais

Brasil e seu papel nas Conferências Climáticas


No dia 12 de setembro de 2016, o Presidente brasileiro Michel Temer ratificou o Acordo de ParisIsso significa que o pacto firmado na reunião se tornou lei nacional. Esse acordo, com prazo de entrar em vigor em 2020, tem o objetivo de limitar o aumento da temperatura global para menos de 2°C acima de níveis pré-industriais e, posteriormente, limitá-la para 1,5°C, já que isso reduziria significativamente o risco e os impactos da mudança climática. 

O fato do Presidente ter ratificado esse acordo é muito relevante, uma vez que o Brasil é uma das nações que mais poluem no mundo. 


Já ocorreram várias conferências da ONU sobre o Meio Ambiente, incluindo:


  •  Conferência de Estocolmo (Suécia, 1972)
  •  Conferência de Toronto (Canadá, 1988)
  •  Conferência de Genebra (Suíça, 1990)
  •  Rio-92 (Rio de Janeiro, 1992)
  •  Conferência de Berlim (Alemanha, 1995)
  •  Conferência de Genebra (Suíça, 1996)
  •  Protocolo de Kyoto (Japão, 1997)
  •  Conferência em Buenos Aires (Argentina, 1998)
  •  Conferência de Bonn (Alemanha, 1999)
  •  Conferência de Haia (Holanda, 2000)
  •  Conferência em Bonn (Alemanha, 2001) e Marrakesh (Marrocos, 2001)
  •  Conferência de Nova Délhi (Índia, 2002)
  •  Conferência de Milão (Itália, 2003)
  •  Conferência de Buenos Aires (Argentina, 2004)
  •  Conferência de Montreal (Canadá, 2005)
  •  Conferência de Nairóbi (África, 2006)
  •  Conferência de Bali (Indonésia, 2007)
  •  Conferência de Poznan (Polônia, 2008)
  •  Conferência de Copenhague (Dinamarca, 2009)
  •  Conferência em Cancún (México, 2010)
  •  Conferência em Durban (África do Sul, 2011)
  •  Rio +20 (Rio de Janeiro, 2012)
  • Acordo de Paris (2015)
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A maioria desses acordos climáticos não resultam em reduções muito significativas, uma vez que países considerados em desenvolvimento pela ONU não precisam cumprir as mesmas metas estabelecidas para os países desenvolvidos. Isso é uma falha grave, pois em geral países em desenvolvimento poluem bastante por não terem tecnologias que reduzem a liberação de gases poluentes, por exemplo. Isso faz com que a maioria dos países que assinam esses protocolos não reduzam significativamente suas emissões. Ao invés de permitir que esses países possam estar "além das metas" estabelecidas para os países desenvolvidos, a ONU deveria auxiliar esses países a se desenvolverem em meio a tais reduções.

É evidente que a ONU reconhece a dificuldade de países em desenvolvimento de seguirem essas metas, porém, é necessário. O mundo vem observando cada vez mais diversas devastações causadas pela poluição. Furacões, terremotos, tempestades, secas. Eventos como esses vêm sendo cada vez mais comuns. A seguir, encontra-se uma foto da devastação deixada pelo furacão Sandy, causado pelo aquecimento global:


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As metas estabelecidas pelo Acordo de Paris são muito diferentes das políticas climáticas atuais dos países. O principal motivo disso é que "poluição gera dinheiro". Os países temem que, ao reduzirem as emissões de gases, diminua também o investimento estrangeiro. Embora isso seja sempre discutido, não se achou ainda uma solução para o problema. Atrair investimentos se torna mais difícil com leis ambientais mais rigorosas.

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Outro problema desse Acordo é que, em momento algum, os líderes mundiais discutiram sobre como alarmar a sociedade dos efeitos da poluição. Embora um dos objetivos do Acordo de Paris seja fortalecer a habilidade da sociedade de lidar com os impactos da mudança climática, esse Acordo deveria ter como um dos focos principais tornar os cidadãos dos países que assinaram esse acordo mais conscientes a respeito da poluição, do aquecimento global e do efeito estufa.

Cientistas vêm tentando alertar a sociedade há anos, porém, sem muito efeito, por um motivo simples: não são treinados para chocar ou alarmar seus ouvintes. Os cientistas são treinados para descobrirem e reportarem os fatos. 

Al Gore, ex vice-presidente dos Estados Unidos, têm mais habilidade que um pesquisador para alarmar a população, especialmente por ser da área política. Embora não tenha o conhecimento de um cientista, é capaz de alertar e chocar a sociedade. O vídeo abaixo é de uma palestra do Al Gore que trata de mudanças climáticas:



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Segundo especialistas, as metas estabelecidas para o Brasil serão fáceis de cumprir. Porém, de acordo com Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima, "O nível de redução é insuficiente. É possível fazer muito mais".

Outro defeito do compromisso brasileiro com o Acordo de Paris está ligado ao desmatamento. O governo se comprometeu a acabar com o desmatamento ilegal até 2030, porém, segundo Rittl, "esse prazo é incompatível com a emergência climática". 

O desmatamento é um problema muito sério para o Brasil, e, de acordo com Márcio Astrini, coordenador de políticas públicas do Greenpeace, "É inaceitável que o país viva por 15 anos com ilegalidades na questão florestal. Não podemos basear nossas metas em cumprir a lei somente daqui a 15 anos".

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O Acordo de Paris pode ter metas ambiciosas, mas de nada servem essas metas se os países que assinaram esse acordo não as cumprirem. Esse acordo vêm sendo elogiado desde o ano passado por diversos líderes globais, mas a questão que fica é: fará alguma diferença significativa no aquecimento global? Em meio ao "caos poluído" em que o mundo se encontra, esse acordo mudará alguma coisa? 

Planos e metas estabelecidas ficam muito legais na teoria e auxiliam os países que as formularam a terem mais crédito internacional. Mas executá-los é outra história. Num mundo em que as pessoas em geral jogam lixo no chão, com o pensamento de que "se só eu fizer, não vai fazer diferença", não reciclam seu lixo e não se importam com o meio ambiente, como esses planos podem funcionar? Sem o apoio da população, nenhum plano político consegue ser executado. Todos esses tratados, pactos e conferências deveriam se preocupar mais em alertar os cidadãos para o que vem acontecendo com o nosso mundo. Em alguns anos, várias cidades na costa dos Estados Unidos deixarão de existir por causa do aquecimento global, que acarreta no aquecimento dos mares e sucessivamente em Tsunamis e maremotos que inundam essas cidades a tal ponto que ficam inabitáveis. As pessoas precisam fazer alguma coisa.



Se as pessoas não se preocuparem com o meio ambiente, não se importarão se os países cumprem ou não as metas estabelecidas. Se os cidadãos se preocupassem, essas metas seriam mais cumpridas. Com pressão popular, as nações se veriam obrigadas a cumprirem os objetivos estabelecidos nessas conferências. Pressionar um país poderosíssimo como os Estados Unidos, por exemplo, para que cumpra as metas com mais rigor, só é possível, em geral, para a sua população. Outras Nações tem bem menor impacto ao pressionar os Estados Unidos a cumprirem uma meta ambiental do que a população estadunidense. 

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O supracitado torna evidente que, mesmo que o Brasil siga à risca as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris, pouca coisa mudará. O Brasil tem até 2030 para acabar com o desmatamento ilegal! Isso é tempo demais! Até lá, vai haver muito desmatamento. As metas e os objetivos para o Brasil precisam ser repensados urgentemente. Embora seja um país em desenvolvimento, as metas estabelecidas para o nosso país são insuficientes. Precisamos criar e executar metas mais rigorosas e com prazos menores em prol de um Brasil menos desmatado e menos poluído.





domingo, 7 de agosto de 2016

Produção de alimentos e sua má distribuição

          Enquanto em vários países africanos e asiáticos milhões de pessoas morrem pela falta/ má distribuição de alimentos, nas Américas a história é outra. Aqui milhares de pessoas morrem por consumir alimentos demais. Isso é causado pela má distribuição dos alimentos, afinal, temos comida suficiente para alimentar dois planetas Terra.
    Além de mal distribuída, a comida é mal aproveitada, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), um terço dos alimentos se perde. A diferença é que, nos países pobres, o problema acontece no início da cadeia produtiva, por falta de tecnologia e dificuldades no armazenamento e no transporte. Já nos países ricos, a situação se agrava nos supermercados e na casa do consumidor, acostumado a comprar mais do que precisa. Dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) contabilizam em 10% o desperdício das frutas e hortaliças ainda no campo e indicam que a maior perda está no transporte: 50%. Mas, se o alimento chega machucado, aí é motivo de mais descarte. No Brasil, 58% do lixo é de comida. "O planeta produz o suficiente para alimentar 12 bilhões de pessoas, mas quase 900 milhões vivem em insegurança alimentar - comem num dia e no outro não. Como acabar com isso? Reduzindo o desperdício", defende Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu-Pelo consumo consciente. "Se metade do que é perdido deixasse de ser, teríamos o dobro de alimento nas gôndolas e o preço cairia. E mais pessoas teriam acesso."
          Essa produção excessiva de alimentos também é prejudicial ao planeta afinal, quanto mais alimentos são produzidos, mais espaço da natureza é destruído para dar lugar a uma plantação.O transporte dos mesmos aumenta de acordo com a  quantidade de alimentos produzidos, ou seja, mais alimentos, mais caminhões transportando-os e emitindo monóxido de carbono, dióxido de carbono, etc. Isso sem contar o fato de que a área devastada para se tornar plantação geralmente é arborizada e, com isso a captação de CO2 feita pelas árvores diminui.
             Se os alimentos fossem igualmente distribuídos por todo o mundo, não teríamos mais milhões de pessoas morrendo desnutridas e pessoas morrendo "hipernutridas". Não seria incrível viver num mundo onde ninguém é melhor que ninguém, onde todos têm oportunidades iguais, um mundo, digamos assim, mais justo? Quem sabe, se não vivêssemos numa sociedade onde o mais importante é ter dinheiro e tudo e todos giram ao seu redor.



sexta-feira, 8 de julho de 2016

Renovação da Camada de Ozônio

Camada de ozônio: uma fina camada constituída do gás ozônio cobre a terra de forma que age como um filtro, protegendo a terra dos raios ultravioleta (UV).  Entretanto, em 1997 foi descoberto uma falha sobre essa camada, logo acima da Antártida. Não é incomum encontrarmos campanhas, propagandas e avisos para conscientizar sobre a importância da camada de ozônio, e isso se deve ao fato de existirem números mostrando que ela vem diminuindo com o passar do tempo devido a falta de responsabilidade humana.

Podemos reconhecer como principal ''vilão'' dessa destruição um tipo de gás chamado de  clorofluorcarbonos, ou popularmente conhecidos como CFCs. Apesar de demorarem cerca de 8 anos para chegarem até a estratosfera, os gases CFC tem efeito avassalador, fazendo um átomo de cloro reagir com o ozônio transformando-o em oxigênio (insuficiente para filtrar os raios UV)

Mas uma grande duvida é: onde encontramos gases CFC atualmente? Bom, podemos dizer que o uso desse tipo de gás vem diminuindo com o passar dos anos, já que antigamente eram usados em aerosóis (esse uso foi já foi banido pela ANVISA) e é usado ainda em aparelhos como geladeiras e ar-condicionado. Pode-se perceber também que andamos rumo a um futuro sem tais gases, podendo ser observado o modelo brasileiro, que reduziu em 96% o consumo de CFCs entre os anos 2000 e 2007.

Um forte candidato a substituir tais gases é o hidrofluorcarboneto (HFC) que não apresenta nenhum átomo de cloro em sua composição química, e portanto não deteriora a camada de ozônio de forma que seu uso tem segurança garantida em relação a diminuição da camada de ozônio, porém acaba agravando as consequências do efeito estufa.

Tais questões da degradação da camada de ozônio chegaram em um ponto onde foi preciso criar, em 1985, o Protocolo de Montreal: Um acordo entre diversos países do mundo que se comprometem em eliminar o consumo dos gases CFC. O Brasil chegou a aderir a tal protocolo em 1990, prometendo finalizar totalmente o uso de CFC em território brasileiro até 2010

Foi recentemente descoberta a noticia de que um futuro melhor nos aguarda: recentemente a revista Science divulgou que o buraco da camada de ozônio acima da Antártida está encolhendo, animando os pesquisadores do protocolo de Montreal, de forma que seus esforços em pesquisas e ações estão começando a render resultados animadores. 

Essas notícias animaram muito a equipe do Climatiza Química, já que podemos perceber que com persistência, todo tipo de esforço rende seus frutos, e o caso do Protocolo de Montreal resultando na diminuição do buraco na camada de ozônio possa ser um exemplo a ser seguido para todo e qualquer tipo de ação que visa a melhora da condição de vida humana

ASSIM FICA A MENSAGEM DE OTIMISMO DE HOJE.. ATÉ SEMANA QUE VEM

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Influências do TEDxYouth na Sustentabilidade Ambiental

Na última quinta-feira, dia 23 de junho, ocorreu no colégio Anchieta um evento organizado pelos alunos e professores conhecido como TEDxYouth. Neste evento houveram palestras de diferentes temas,desde esporte até sustentabilidade.Neste post daremos mais atenção a duas palestrantes,a Bárbara Amorim e a Sofia Calderano, ambas criadoras de projetos de ajuda à sociedade e a natureza,e vamos compartilhar com os leitores a sensação de presenciar um evento como o TEDxYouth.

A primeira palestrante que eu vou apresentar é a Bárbara Amorim, ela criou um projeto que utiliza sacos cimentos para a produção de blocos de cimento para construção civil. Esta ideia não é apenas boa para sustentabilidade, já que grande parte destes sacos não seriam descartados de forma correta, mas também economicamente, já que o investimento em materiais de construção sairia mais barato para o governo. O dinheiro que seria poupado com esse novo material poderia servir como investimento em usinas de reciclagem e até mesmo como iniciativa para jovens inspirados como a Bárbara.

A segunda Speaker é a Sofia Calderano, que participa de uma organização chamada projeto Teto,que constrói casas para pessoas extremamente necessitadas na periferia do Rio de Janeiro. Sofia, com a ajuda de seus colegas já efetuaram várias construções assim tendo uma enorme contribuição na sociedade.


O que você vai fazer para mudar o mundo hoje? Já parou para pensar nisso alguma vez? Se não eu peço que tente se espelhar em algumas ideias que eu apresentarei logo em seguida.reflita um pouco em cima delas é comesse a agir por um mundo melhor


Hoje em dia é bem comum que as famílias ensinem desde pequenos aos seus filhos a separar o lixo,já que isso faz parte da educação da criança para ela desenvolver um mundo melhor. Porém, hoje no Brasil estimasse que apenas 18% da população tem acesso a reciclagem,o que um número bem pequeno já que o nosso país possui mais de 200 milhões de habitantes. A nossa principal meta é ampliar esses números mais ainda até o final do ano, pois todos temos direito de fazer a nossa parte por um mundo melhor.


Então se sente mais inspirado?Não apenas leia isso mas também aja,participe e faça sua parte,todos juntos conseguiremos diminuir a poluição e aumentar a reciclagem, por um planeta melhor para as próximas gerações.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

A escassez da ÁGUA POTÁVEL

         Não é novidade que o mundo está com escassez de água potável, já que apenas 1% da água de todo planeta é doce e está disponível para consumo humano. Entretanto, o que muitos não sabem é a causa desta escassez.
         A causa principal desta falta de água potável são as mudanças climáticas, que afetam diretamente no ciclo da água. Isso acontece pois, com o aumento da temperatura global, o processo de evaporação aumenta, alterando a umidade o solo, o escoamento e também o regime de chuvas, alterando a disponibilidade da água para consumo humano.
         A quantidade de água disponível abaixa ainda mais, sendo que parte da pouca água potável do planeta está nas calotas polares, dificultando a sua utilização. 
         Além das mudanças climáticas atuais, devemos levar em conta que boa parte da escassez de água nos dias de hoje se deve à superexploração, mau uso dos recursos hídricos e do solo e à poluição dos corpos d'água.
          O Brasil é um dos países que mais desperdiça água atualmente, chegando a quase o dobro da média dos outros países, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Presidência da República. Na região Norte, por exemplo, a porcentagem de água perdida em tubulações envelhecidas ou desviada por ligações clandestinas chega a 52%.
         Outro fator que afeta na disponibilidade da água potável é o constante crescimento populacional, aumentando o consumo  de água, além de elevar o desperdício em ações simples como tomar banho, escovar os dentes, etc.
         Já passou da hora de termos maneiras para garantir a qualidade e a abundância na água no planeta. Os governos devem trabalhar conjuntamente com a população para acabar com o desperdício de água, com fim de evitar a escassez total de água potável.

         Segundo a ONU, no próximos 25 anos, mais de 60% da população enfrentará problemas no abastecimento de água limpa, assim como já passam milhares de pessoas nos dias atuais.  Você realmente quer esperar para ver se tem sorte de entrar nos 40%?

Fontes:
http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/especiais/dia_do_meio_ambiente/aguas_para_o_futuro/

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2015/02/desmatamento-e-mudanca-climatica-reduzem-chuva-e-provocam-crise

sexta-feira, 17 de junho de 2016

LIXÃO X ATERRO SANITÁRIO

                                     LIXÃO



           O lixão é um grande depósito de lixo, onde não há nenhum preparo inicial do solo. Ficam a céu aberto o que faz com que aconteça a proliferação de animais e assim contaminando tudo a sua volta ,como por exemplo o solo e as crianças que catam lixo nesses lugares em busca de objetos recicláveis que futuramente venderão para conseguir um dinheirinho e conseguir comprar alimento. Não há métodos para que o acumulo de lixo não agrida de forma significativa o solo e nem aos lençóis freáticos.
          No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que faça que não haja uma contaminação do solo pelo lixo.







                       ATERRO SANITÁRIO E CONTROLADO

                        A disposição mais adequada aos resíduos humanos é o aterro controlado, que, antes de iniciar o despejo do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo acumulo de lixo e de chorume. Nos seis primeiros meses o chorume é coletado através de drenos PEAD e são logo encaminhados para o poço de acumulação onde volta a circular pela massa de lixo aterrada. Após seis meses, quando a vazão e os parâmetros já são adequados para o tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para estação de tratamento de efluentes. O aterro sanitário assim como o controlado previne a acumulação de animais, a poluição do solo e visual.





É isso ai. BOA NOITE PESSOAL. :)

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Dia Mundial do Meio Ambiente


 O que é e qual a proposta do Dia Mundial do Meio Ambiente?



        O Dia Mundial do Meio Ambiente, ocorrido em 5 de junho, é a principal data da conscientização da fragilidade do nosso meio ambiente, incentivando a proteção do mesmo e da conscientização das nações sobre as consequências trazidas pelo aquecimento global. Essas campanhas tentam, como um dos objetivos, conscientizar sobre a importância das unidades ecológicas que constituem o meio ambiente, e são elas: a vegetação, os animais, o solo, a atmosfera, e também recursos naturais como: o ar, água e o clima.
          A data também ganha força incentivando a participação de todas as pessoas, para que se tornem parte dessa mudança, buscando um desenvolvimento mais justo e sustentável para si mesmos e minimizando os impactos para gerações futuras. O Brasil, em específico, estendeu essa data, criando a Semana Nacional do Meio Ambiente, com os mesmos objetivos, mas apoiando a participação da comunidade nacional na preservação do nosso patrimônio natural, que é um dos maiores do mundo.
( http://www.unep.org/portuguese/wed/about/ )

Mas, o que fazem nesse dia, só tentam conscientizar a população?

         Sim e não, nessa data, ocorrem muitas palestras, campanhas, documentários, eventos que despertam as pessoas para esta questão, acumulando tanta força que indiretamente empurram as nações para tomarem parte e fazerem acordos entre si, definindo políticas para a proteção do meio ambiente e para o desenvolvimento sem destruir o planeta. Também é bom ressaltar que é muito importante que os alunos em formação desenvolvam uma consciência ambiental, que é fundamental para o futuro do planeta. 
( http://www.unep.org/portuguese/wed/about/ )

 E qual foi o tema desse ano?

           O tema de 2016 é o tráfico ilegal de vida selvagem, e seu slogan é "Lutar pela Vida Selvagem" e o país anfitrião é justamente a Angola, onde o problema é muito grande. O tráfico de produtos de vida selvagem vindos de rinocerontes, elefantes, tigres, gorilas, tartarugas marinhas coloca a diversidade do nosso planeta em risco, além de prejudicar a economia e alimentar o crime no mundo.
           Portanto, neste ano, o dia 5 de junho é o dia de celebração de todas as espécies em risco, foi o dia que reivindicou mais ação da parte dos governos contra o tráfico selvagem. Foi incentivado a criação de leis mais rígidas além de pedir para o governo "espalhar mais consciência" para que possamos vencer esse ato criminoso.
( https://www.greenme.com.br/informar-se/ambiente/3505-dia-mundial-do-meio-ambiente-2016 ) 
( http://www.meioambiente.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=207 )

E sobre a nossa parte? O que podemos fazer em prol do meio ambiente?

         Um dos grandes problemas do Brasil atualmente é o lixo eletrônico, ou seja, monitores, celulares, televisores, impressoras, baterias e até mesmo câmeras fotográficas. O motivo de não poderem ser descartados em qualquer lugar é que eles contêm substâncias que podem ser nocivas para o ambiente, podendo contaminar o solo e a água com chumbo, berílio, mercúrio, entre outros...
O descarte de lixo eletrônico deve ser feito em empresas que atuam na área de reciclagem, baterias de celular devem ser entregues nas empresas de telefonia que encaminharão o produto para não ter esses efeitos prejudiciais e também, mesmo que seja um aparelho antigo, doar para quem não tem ainda é uma opção, existem grupos que trabalham com a inclusão digital que adicionam pessoas ao novo mundo que é a internet.
           Nossa sociedade tem o costume de jogar qualquer coisa em qualquer lugar, temos muitos lixões desnecessários e mal organizados que dificultam o trabalho e não existem campanhas realmente poderosas para conscientização da área de eletrônica em específico. Entre os países emergentes, o Brasil é que mais produz lixo eletrônico, descartando anualmente 97 mil toneladas métricas de computadores, 2,2 mil toneladas de celulares e 17,2 mil toneladas de impressoras, portanto, fazer a diferença para as pessoas próximas a você, seja do seu bairro, colegas ou amigos, já é uma diferença gigantesca e uma iniciativa muito interessante. Recapitulando, se o lixo eletrônico tiver seu cuidado e reaproveitamento com o descarte nos locais corretos, irá ajudar em tantos aspectos, seja saúde, inclusão social, economia e é isso que o Dia Mundial do Meio Ambiente quer trazer, iniciativa do povo para esses temas "políticos-socio-ambientais." Tenha um bom dia. 

 ( http://www.suapesquisa.com/o_que_e/lixo_eletronico.htm )


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Introdução do Blog

Bom dia jovens! Sou o João, um dos autores que postarão semanalmente, pequenos textos envolvendo assuntos como o aquecimento global e as mudanças climáticas. Espero que gostem :)